domingo, 17 de maio de 2009

Oração do Marketing

Peter Druker que estás nos céus

Louvado seja Philip Kotler

Venha a nós a matriz de Porter

Seja feita a análise SWOT e os 4P´s

Assim como a ANSOFF, o ROI e o Pay-back

O aumento de market-share de cada dia nos dai hoje

Perdoai aqueles que não conhecem o MKT e nos tem ofendido

E não nos deixes cair em participação dos clientes

Mas livrai-nos da falta de criatividade, ética e inovação

Amém!

roubado de http://claudiahespanha.blogspot.com/2008/01/orao-do-marketing.html

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Conhecemos, no capítulo 3 do livro “Administração”, um pouco sobre os tipos de cultura existentes em uma empresa. Já no capítulo 10, vimos como são estruturadas as organizações.
Vimos que o tipo de cultura de uma empresa define a rapidez e facilidade com que toma suas decisões, baseada no seu foco estratégico e que a estrutura organizacional, como o nome diz, serve para organizar a empresa, seus processos e etc.

Vamos, então, ver o que acontece quando juntamos uma estrutura Funcional Linear Vertical com uma cultura burocrática?


O Banco Itaú tem exatamente essas características: O Presidente é o já conhecido Roberto Setubal, que tem Conselhos (entre eles o amigão Pedro Moreira Salles) lhe dando apoio. Abaixo dele estão os Vice Presidentes, responsáveis, cada um, por uma ou mais áreas. Embaixo desses, vêm os diretores. Em seguida, os superintendentes, depois os gerentes, os supervisores, analistas (divididos em sênior, pleno e júnior) e, então, os não-funcionários: estagiários e jovens aprendizes.


Além disso, a empresa é focada no público externo, com bastante estabilidade: todos os processos são burocratizados, todos precisam ter o crivo de muitos níveis hierárquicos, etc.
Para termos um exemplo claro, então, de como essas características da empresa podem influenciar o trabalho dos seus funcionários, vamos pensar no marketing. O marketing é, dentro da empresa, quem atende os pedidos e anseios das áreas de produto. O processo de um anúncio na Veja funciona mais ou menos assim (a partir do momento que já está pronto):


O analista do marketing está lidando diretamente com o analista da área de produtos. O anúncio já foi discutido, entre os dois, milhões de vezes, já sofreu algumas alterações e, então, ambos acreditam que está pronto. Claro, isso não é o suficiente para publicá-lo. Não nessa empresa. O analista de marketing agora precisa de suas aprovações: passa para o supervisor, que faz seus comentários. Depois ele é apresentado ao gerente, que faz mais alguns adendos. É a vez do superintendente, que também dá seus pitacos. Vamos supor que tudo que eles falaram são pequenos ajustes, e eles passam para a área de produtos – porque se fossem grandes, teriam que voltar à agência para ajustá-lo corretamente.


O analista de produtos vai então passar para seu supervisor, que vai passar para o gerente, que vai passar para o superintendente. Com sorte, o anúncio parará aí. Com um pouco mais de azar, ele irá parar nas mãos dos diretores. E os diretores são perigosos: adoram mudar tudo, mesmo sem saber o porquê das coisas estarem como estão. Eles simplesmente gostam.


Então, para facilitar, vamos supor que o diretor desta vez não foi envolvido. Agora imagine: você acha que gerentes e superintendentes de marketing e produtos de um banco do tamanho do Itaú estão ali, o dia inteiro, à disposição? Ou você acha que eles têm a agenda lotada de compromissos e coisas tal, muito mais importantes do que o anúncio que o analista está querendo aprovar? Pois bem, pensou certo.


Então ta. Vamos imaginar que entre o briefing e a última versão do anúncio, tivemos 3 semanas. Agora, vamos aos níveis hierárquicos pelos quais o anúncio tem que passar.Se não me engano, foram 3 do marketing e 3 de produtos. São 6 no total. Agora supomos que os supervisores têm horário no mesmo dia, os gerentes no dia seguinte e os superintendentes no final do dia seguinte. Nesse caso, temos a seguinte situação:






Viram só? 32 dias corridos para publicar um anúncio de página simples na Veja! Agora imaginem só se surge um anúncio de oportunidade, que a equipe do Nizan vem trazer super empolgada? O analista responde “hm, que pena... não vamos conseguir aprovar a tempo”.


É por isso que eu acho que as coisas estão certinhas demais nas empresas. Todo mundo querendo se proteger por todos os lados, acaba atrapalhando a produtividade e o dia-a-dia da empresa. Acredito que, se as estruturas fossem um pouco mais flexíveis, se as aprovações pudessem ficar apenas nos gerentes de marketing, sem precisar ir para os altos níveis da equipe de produtos, e se os gerentes de marketing fossem incluídos no processo desde o começo, com certeza teríamos a agilidade necessária em setores tão competitivos como o bancário.


O pior, minha gente, é que a maioria das grandes empresas funciona desta forma... O que vocês acham?


Vamos liberar a galera da hierarquia?



quarta-feira, 6 de maio de 2009

A Executiva

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.

Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?

- No céu.

- No céu?...

- É.

- Tipo assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do gênero?

- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.Apesar das óbvias evidências de nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular, a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:

- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.

- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?

- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.

- Assim?

(...)

- Pois não?

A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.

Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:

- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...

- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?

- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?

- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.

- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.

- É mesmo?

- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?

- Ah, não sabemos.

- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.

- Que interessante...

- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.

- !!!...???....!!!...???...!!!

- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?

- Sobre todas as coisas.

- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo.

- Incrível!

- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um Turnaround radical.

- Impressionante!

- Isso significa que podemos partir para a implementação?

- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...

Max Gehringer
(Revista Exame)

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Muitos líderes, poucas vagas.

É consenso: para liderar um grupo, um negócio, uma corporação, é preciso que o indivíduo tenha um perfil muito peculiar, que se destaque, tendo todas as habilidades administrativas necessárias para gerar o desenvolvimento e sucesso daquela empresa. O líder deve ter habilidades técnicas, conceituais e humanas e utilizá-las como meios de promover o planejamento, a organização, a liderança e o controle dentro do negócio. Disso todos estão cientes, no entanto percebe-se que, cada vez mais, as características que qualificam o líder são também as características procuradas pelas empresas para todos os cargos que ela contempla, desde os estgiários até os diretores e administradores. Os “processos seletivos” ilustram isso; buscam perfis empreendedores, de liderança, cuja inteligência emocional ande junto com a racional.
A maioria das dinâmicas e entrevistas de emprego das grandes instituições buscam perfis extraordinários. Faculdade, pós graduação e a fluência em no mínimo três línguas já não é diferencial e é pressuposto para a maioria das vagas. Para entrar e permanecer no mercado de trabalho é preciso se diferenciar pela personalidade. Se por um lado isso faz sentido para a empresa, que pretende ter todos os seus funcionários hiper-capacitados, por outro, faz com que a maioria dos funcionários, cujo potencial e capacidade vai muito além de sua função na corporação, se frustrem com o trabalho ou com o salário que recebem.

Hoje as pessoas, cada vez mais cedo, se preparam técnicamente, entendendo e adquirindo competências no desempenho de tarefas específicas. Devido à demanda do mercado, também buscam ter o maior preparo concentual possível, desenvolvendo o pensamento estratégico e à longo prazo, processando rapidamenteo o maior número de informações possíveis, sabendo planejar-se e organizar-se, além de ter consciência do papel da organização para a Indústria, para a Comunidade e os demais Públicos de Interesse. Além das anteriores, é preciso também que o indivíduo desenvolva habilidades humanas, sabendo trabalhar em grupo e sendo eficaz como parte de um conjunto. Depois de tudo isso, o mínimo que esse índividuo esperará é o sucesso profissional, cria-se uma espectativa de que esse investimento não será em vão.
Quando uma empresa procura pessoas com esse perfil, ela visa obter uma equipe de profissionais extremamente qualificada e isso não é nada absurdo. Mas há espaço para tantos bons profissionais dentro de uma mesma coorporação? As empresas têm a capacidade de atribuir às geniais mentes contratadas tarefas compatíveis à sua alta competência. Digo que, na maioria das vezes, não. Para que haja um líder é preciso que haja também pessoas que ele lidere, pessoas que tenham aptidão para cumprir tarefas, contribuindo como engrenagem para a máquina coorporativa.

O crescimento do número de pessoas que se formam em universidades anualmente supera o crecimento de ofertas no mercado de trabalho. Junta-se a esse fato o desenvolvimento tecnoógico e digital, que torna cada vez menos necessário que os homens desempenhem trabalhos braçais ou até mesmo funções técnicas, pois isso já é suprido por recursos tecnológicos. Nesse ambiente, ganham valor e espaço atividades que envolvam inteligência, estratégia e pensamento, pois estas sim precisam do raciocínio e sensibilidade humana para ocorrerem. Se por um lado isso vangloria a capacidade racional do homem, por outro reduz ainda mais a oferta de emprego no mercado, gerando desemprego e criando situações em que pessoas muito gabaritadas acabam aceitando cargos mais simples do que poderiam excercer e, consequentemente, torna a seleção da empresas muito mais rigorosa.

As empresas têm uma gama imensa de opções para preencher um cargo e, não mais do que esperado, aproveitam isso para contratar os melhores e exigir cada vez mais de seus profissionais. Se isso é bom para o desenvolvimento das instituições, é ruim para os funcionários, que se sentem pressionados e em um ambiente de instabilidade, no qual podem ser substituidos fácilmente. A frustração de não ter oportunidade de excercer suas especialidades no limite de seu potencial começa a crescer dentre os profissionais, gerando desistímulo, que por sua fez causa ineficiência e esta não é nada positiva para as corporações.

A busca de profissionais competentes é importante para a empresa e para incentivar o desenvolvimento do país, mas isso deve ser acompanhado de reconhecimento e valorização do profissional, tornando as relações mais equilibradas.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Um novo jeito de fazer compras

Ser empreendedor é saber inovar, saber se adpatar e se arriscar quando percebe uma oportunidade. É ter coragem de ir contra o que os outros pensam ou até fazer coisas nunca antes pensadas. É ter visão, coragem, ser criativo, organizado e acima de tudo, ter foco.
Existe um site ótimo que mostra milhões de coisas sendo lançadas, coisas inimagináveis e até aquelas idéias que sempre tivemos, mas nunca tivemos coragem de faze-las virar realidade, ou nunca pensamos que alguém acharia tão incrível quanto achávamos.
Foi lá que eu encontrei esta nova forma de vender produtos de primeira linha. 
A U*Tique. Uma boutique como vending machine. Seus idealiz
adors perceberam que as pessoas hoje estão cada vez mais sem tempo para fazer compras, entrar em lojas e ficar demorando mil horas para achar um produto adequado, ou procurando informações sobre produtos e resolveram deixar a vida mais simples. Esta vending machine está disponível por enqnto só em Santa Monica, na California, mas já está sendo motivo de zum zum zum. 
A aparência é de uma vending machine qualquer, mas os produtos selecionados foram os considerados "must have" do momento. Ao todo são 50 produtos expostos por vez, e são de marcas conceituadas e luxuosas (como o próprio site nos conta). Você pode pegar amostras grátis, assinar uma lista pedindo para ser atualizada sobre informações do seu produtos ou da prórpia U'TIQUE. Além disso, ao tocar na tela em que ele aparece a pessoa ficará sabendo informçãoes e dicas sobre ele, e claro, tudo isso com a facilidade de apenas um toque na tela (dentro da máquina um robo cuidadosamente leva o produto da prateleira até a "saida", para que você possa pegá-lo), mas não antes de pagar com seu cartão de crédito, de forma super segura, claro.

Os criadores queriam que o ato de fazer compras se adapatassem à nossas vidas corridas, e não o contrário. A idéia foi boa, vamos ver se dá certo, por enquanto existe apenas um ponto de venda, mas pelo jeito isso ainda vai aumentar...só os produtos que podiam ser um pouco mais em conta, né?!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Empreendedora TOP! - e ela acabou de casar. Duas vezes!!

Aproveitando a onda havaianas aaand concorrentes, vamos falar mais um pouquinho de moda. Na verdade queria falar do furacão/fenômeno – leia-se furacão slash fenômeno – Gisele Bündchen.

Ela é a star de 2 documentários estreados há duas semanas no GNT. “A garota mais linda do mundo” foi montado a partir de entrevistas e imagens do programa GNT Fashion, relatando os passos da top ao longo dos últimos anos.

Já “Gisele Made in Brazil” é uma produção internacional, que retrata Gi de menina em Horizontina à übermodel mais poderosa do mundo, coitada. Mostra o início de sua carreira, cenas familiares em sua cidade no Rio Grande do Sul e depoimentos de estilistas como Tom Ford e Stefano Gabbana.

Não posso dar a minha opinião a respeito, pois, graças a uma aula de finanças que, by the way, no me gusta, buuut tem prova essa semana, eu perdi os documentários. Mas ainda tenho esperança de reprises.

Dona de mansões, ondas loiras, e recentemente do jogador de futebol americano Tom Brady, a empreendedora mais bonita de todos os tempos é uma máquina. A partir de campanhas publicitárias, parcerias, contratos milionários, Gisele transformou seu talento – e nesse caso, talento igual, em grande parte, mas não só, à beleza – em negócios e money (que é good nóis não have!)

Além de tudo, a modelo mais bem paga do mundo defende o planeta – super marketeira, no sentido sacana da palavra.

Para mais informações, vide link abaixo (site oficial da über):

http://www.giselebundchen.com.br/

domingo, 12 de abril de 2009


Oral B chega ao brasil com o ultimo produto que faltava para completar seu portfolio de cuidado com a boca, a pasta de dente. Mas por mais simples que pareça lançar uma pasta de dentes, por trás disso houve um grande planejamento.
Um lançamento bem planejado e bem executado pode mudar a imagem de uma marca, e o maior exemplo é o iPod.
No caso da Oral B foram dez anos de pesquisa de 
mercado e estudos científicos, e o grande diferencial é que a P&G por ser inovadore, tem a propriedade de mais de 25000 patentes, e fez uso de 25 destas, como substâncias que não estão em nenhuma outra pasta de dentes. 
Primeiro houve um lançamento nos EUA, com o nome de Crest Pro Health. A novidade foi tão bem aceita que a Crest voltou a ser a primeira em pastas de dente, tomando o posto que era da Colgate. 
Após o lançamento desta, foram quase três anos de estudo só do mercado brasileiro, com hábitos de consumo de pasta, hábitos de escovação, etc., para que aqui eles obtivessem o mesmo êxito.
A escolha do nome também foi de grande importância, uma vez que eles optaram por mudar de Crest para Oral-B, uma marca com muito mais tradição e apelo de massa aqui no Brasil, e que tinha um apelo de tradição e confiabilidade. 
Tanto auê por uma simples pasta de dentes. Pois é, é que o segmento de pastas de dentes movimenta  milhões aqui no Brasil, e cada pequeno aumento na participação desse segmento aumentará em grandes quantidades o seu lucro, e desta vez, baterá de frente com as líderes de mercado no Brasil: Colgate, Sorriso e Close Up.
A estratégia de lançamento será discreta. Apesar de já terem campanhas gravadas, inicialmente se focaram em distribuir embalagens em consultorios dentistas, para darem de amostra grátis, e como brindes em packs promocionais, além de colocarem os produtos em apenas 1% dos PDVs, aqueles considerados estratégicos. O objetivo é despertar a atenção e gerar expetimentação. Segundo pesquisas, quem experimenta produtos da Oral B tende a adotá-la como marca preferencial, e se isso for mesmo certo, não demorará muito para que a Oral B ganhe um grande espaço.
Isto deixa claro como o planejamento de lançamento ou até modificação de um simples produto envolve muito mais do que apenas a criação deste produto. Tuo depende do planejamento, das metas estipuladas, dos objetivos que querem ser alcançados e claro, ficar de olho no que está acontecendo após a chegada do produto no mercado, porque é melhor consertar algum erro logo no começo do que deixar a marca cair no conceito. O lançamento está previsto para Abril (será que já saiu?!). Vamos ver se os planos estavam certos...